A Novinha Santinha que Virou Putinha no Canil – Conto Erótico Zoofilia
Eu nunca vou esquecer aquele dia. Foi o dia em que eu parei de ser a menininha quietinha da casa ao lado e me tornei, de uma vez por todas, a cadelinha mais safada e no cio que já existiu.
Eu tinha 17 anos, magrinha, peitinhos pequenos que mal enchiam o sutiã, bundinha redondinha e empinada de quem passa o dia sentada na escola. Uma curiosidade que queimava por dentro, mais forte que o calor daquele verão inteiro.
Era uma manhã de sábado abafada. Meus pais tinham saído cedo pro trabalho, minha irmã pra aula de inglês. A casa era só minha. E o Duk, o vira-lata preto do vizinho, que vivia pulando o muro, também.
Eu estava na varanda de shortinho jeans curtinho e top, sem sutiã, quando vi a cena. A cadela labradora do seu Zé estava no cio, toda rebolativa, rabo de lado, gemendo rouca. Duk não perdeu tempo. Subiu nela com uma violência deliciosa, patas agarrando firme a cintura da cadela, quadril socando sem piedade. Eu fiquei paralisada. Vi a rola vermelha, grossa e pontuda dele saindo da bainha, entrando e saindo daquela buceta inchada com uma velocidade impossível. Vinte minutos engatados, os dois virados de costas um pro outro, o nó pulsando, a cadela gemendo como se estivesse gozando sem parar. Quando se soltaram, a rola dele balançou pesada entre as patas, pingando porra, com aquele nó vermelho do tamanho de uma laranja pequena.
Minha bucetinha apertou só de olhar. Senti um calor subir pelas pernas, o shortinho ficar molhado na virilha. Eu tremi inteira, os mamilos endurecendo debaixo do top. Naquela hora eu soube: eu queria sentir aquilo dentro de mim.
No dia seguinte inventei cólica menstrual e fiquei em casa. Mal os carros saíram da garagem, eu já estava no quintal chamando baixinho:
— Duk… vem cá, meu menino…
Ele veio correndo, rabo abanando, língua pra fora. Fiz carinho na cabeça, desci a mão pro peito, pro ventre quente. Ele cheirava a cachorro macho, aquele cheiro forte que me deixava tonta. Quando cheguei perto da bainha, ele já estava duro. Peguei com cuidado, sentindo a rola deslizar pra fora, quente, lisa, escorregadia. Comecei a bater uma punheta devagar, ele gemia baixinho, empurrando o quadril na minha mão.
Quando soltei, ele pulou em mim. Quase me derrubou. Fiquei de quatro ali mesmo no chão da lavanderia, coração disparado. Ele tentou subir, mas eu ainda estava de shortinho. Ele desceu, eu arranquei tudo de uma vez — short, calcinha fio-dental — e empinei o rabo. A língua dele veio primeiro. Meu Deus do céu… quente, áspera, lambendo de baixo pra cima, passando na minha bucetinha, no cuzinho, voltando, enfiando a ponta dentro dos dois buraquinhos. Eu gemi alto, empinei mais, abri as pernas. Nunca ninguém tinha me chupado daquele jeito. Gozei só com a língua, jatos de squirt escorrendo pelas coxas enquanto ele lambia sem parar.
Aí ele subiu de novo. Patas arranhando minhas costas, quadril socando loucamente. Sentir aquela rola quente cutucando minha bunda inteira foi desesperador. Eu rebolava, ajudava, até que… acertou minha bucetinha. Empurrou tudo de uma vez. Eu gritei. Era grosso, queimava, mas aí veio o prazer, o preenchimento, aquela velocidade insana. Ele metia tão rápido que eu via estrelas. Gozava sem parar, minha bucetinha apertando, esguichando em volta da rola dele.
Tive medo do nó. Toda vez que sentia ele inchar na entrada, eu apertava e empurrava ele pra fora. Cinco vezes naquele dia. Cinco vezes ele me comeu como se eu fosse a cadela mais safada do mundo. Mas o tesão sempre fala mais alto.
Na última vez eu decidi: vou deixar. Vou ser cadela de verdade.
Fiquei de quatro no meio da sala, pernas bem abertas, empinei o máximo que consegui, segurei as nádegas abertas com as mãos. Ele subiu, socou gostoso, eu gemia alto, chamava:
— Mete, Duk… mete na sua cadelinha… me arromba todinha…
Senti ele inchar. Primeiro devagar, depois mais, mais, mais. A dor veio forte na entrada da bucetinha, eu mordi o lábio até sangrar. Mas não parei. Empinei mais ainda. O nó entrou de vez. Estourou dentro de mim. Eu senti cada centímetro daquele pau crescendo, me rasgando, me enchendo até o útero. Ele virou de costas, nós dois engatados como animais de verdade. Eu tremia inteira, lágrimas escorrendo, mas o tesão… nunca senti nada igual. O pau dele pulsando, jatos e jatos de porra quente enchendo minha bucetinha, escorrendo pelas coxas, pingando no chão.
Quinze minutos que pareceram uma eternidade de puro êxtase. Quando o nó diminuiu e saiu, fez um “ploc” molhado alto. Uma cachoeira de porra quente saiu junto, escorrendo pelas minhas pernas, molhando o chão inteiro. Ele virou e lambeu tudo. Minha bucetinha, meu cuzinho, minhas coxas. Lambia com vontade, como se fosse o melhor prêmio do mundo.
Eu fiquei ali, deitada de bruços, bucetinha arrombada, porra escorrendo, sorrindo como a puta mais feliz do planeta. Eu tinha dado pro cachorro. E tinha amado cada segundo.
Depois disso virou vício. Toda vez que a casa ficava vazia, Duk vinha. Às vezes eu chamava ele pro meu quarto, deitava de barriga pra baixo na cama, pernas abertas, travesseiro embaixo da barriga pra empinar mais, e deixava ele me comer até engatar. Eu aprendi a relaxar, a abrir bem, a segurar o nó gemendo de prazer. Gozava tanto que às vezes desmaiava com ele ainda dentro de mim.
Teve dia que ele me comeu sete vezes. Sete. Eu ficava o dia inteiro cheirando a cachorro, bucetinha latejando, porra seca nas coxas e na barriga. Tomava banho rápido antes da família chegar e guardava o segredo com um sorriso safado.
Mas o segredo maior era outro. Antes do Duk… teve meu tio.
Eu tinha 14 anos quando ele me pegou no banheiro da chácara. Disse que ia me ensinar a ser mulher. Me colocou de quatro no chão frio, cuspiu na minha bucetinha ainda sem pelo quase nenhum e meteu. Doeu pra caralho, eu chorei, mas ele não parou. Gozou dentro e disse que era assim que homem fazia com mulher de verdade. Depois disso, toda vez que a família ia pra chácara, ele me levava pro quartinho dos fundos e me usava como quisesse. Eu odiava… e ao mesmo tempo adorava. Adorava ser usada. Adorava sentir um macho gozando fundo dentro de mim.
O Duk só completou o que meu tio tinha começado. Me transformou de vez na cadelinha que eu nasci pra ser.
Hoje, anos depois, eu moro sozinha. E já adotei o meu próprio Duk — um vira-lata grande, preto, pauzudo, que dorme na minha cama, que me acorda com a rola dura cutucando minha bunda, que me engata toda noite e me faz gozar gritando como a puta no cio que eu sou.
Porque tem mulher que nasce pra mandar. E tem cadelinha que nasce pra ser comida.
E eu… eu nasci pra ser comida por cachorro. E nunca fui tão feliz.

